25 de Abril... venha outro

25 de Abril ... Ontem, Hoje e Amanhã. 25 de Abril sempre. O Povo é quem mais ordena, dentro de ti ó cidade. Dentro de ti ó cidade, irei ter por ..."


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Marcha MayDay



No Dia do/a Trabalhador/a o Pingo Doce escolheu desafiar sindicatos e as/os trabalhadoras/es e abrir portas. Fê-lo usando um golpe de markting sujo, prometendo 50% de desconto em compras, o que gerou o caos em muitas lojas e obrigou à intervenção da PSP.

As/Os trabalhadoras/es do grupo, esses continuarão a receber salários de miséria e a estar sujeitos a todo o tipo de abusos, enquanto o seu patrão usa uma sede na Holanda para fugir aos impostos.



O Mayday Porto 2012 invadiu hoje duas lojas do Pingo Doce para gritar contra a precariedade e a exploração 


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/05/mayday-porto-invade-loja-do-pingo-doce.html

MAYDAY! - 01Mai2012 15:44:00
O Dia do/a Trabalhador/a é hoje!



Hoje saímos à rua pelo direito ao trabalho com direitos, pelo direito a um futuro, pelo direito a ter direitos!



Não aceitamos a chantagem da emigração.
Não aceitamos que nos chamem piegas.
Não aceitamos que nos chamem preguiçosos.
Não aceitamos que nos digam que não vale a pela lutar porque tem mesmo que ser assim!
Dizemos NÃO à chantagem da inevitabilidade porque nada é inevitável!
O futuro a nós pertence e temos direito a ter um futuro!




PORTO: Praça dos Poveiros (a partir das 13h00)
LISBOA: Largo de Camões (a partir das 13h00)





Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/04/mayday.html


Em espanhol a palavra "cachupina" quer dizer «reunião de pessoas, em que se dança e há diversões»

No 1º de Maio, na praça dos Poveiros, para ganharmos forças para a marcha teremos, a partir das 13h00 duas panelas de cachupa (normal e vegetariana) para ganhar forças e dançar ao som da música contra a precariedade.


MAYDAYPORTO.BLOGSPOT.COM



Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/04/marchamos-ao-som-da-musica-e-ao-sabor.html

IV ASSEMBLEIA MAYDAY PORTO - 23Abr2012 12:46:00
O MayDay é uma parada que congrega trabalhadores/as precários/as, percorrendo um percurso autónomo após o qual integra a marcha do 1º de Maio da CGTP. Em Portugal, o MayDay realizou-se pela primeira vez, em 2007, em Lisboa. No Porto, iniciámos a parada MayDay em 2009.

Em 2012, vamos novamente sair à rua porque não aceitamos que nos roubem o futuro!!

No dia 23 de abril, às 21h30, realiza-se a quarta assembleia preparatória do MayDay, no Café Aviz (Rua de Aviz, Porto).



VEM E TRAZ UM/A AMIGO/A TAMBÉM!


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/04/iv-assembleia-mayday-porto.html



Trabalho mal pago, emigração, desemprego sem fim, estágios não remunerados, economia informal, vidas a prazo. A precariedade no trabalho e nas nossas vidas generaliza-se e não é por acaso. Em Maio fará um ano que o acordo com a troika foi assinado pelos mesmos que agora sustentam a política de destruição do emprego e do Estado social. Um ano depois tudo falhou, a austeridade justifica tudo e não resolve nada. O desemprego e a precariedade aumentam à medida que pagamos uma dívida para resolver uma crise que não criamos. Nesse caminho a democracia tem sido esmagada pela austeridade. Por isso Maio é um mês de exigirmos o nosso futuro. Vamos dizer basta e exigir emprego com direitos para todos/as e o respeito pelas nossas escolhas.

No dia do/a Trabalhador/a, o 1º de Maio, nós, precários/as e desempregados/as, sairemos às ruas do Porto para gritar bem alto que já chega de exploração. MAYDAY, MAYDAY, MAYDAY.     


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/04/maydayo-precariado-sai-rua-no-1-de-maio.html

III ASSEMBLEIA MAYDAY - 15Abr2012 11:44:00
O MayDay é uma parada que congrega trabalhadores/as precários/as, percorrendo um percurso autónomo após o qual integra a marcha do 1º de Maio da CGTP. Em Portugal, o MayDay realizou-se pela primeira vez, em 2007, em Lisboa. No Porto, iniciámos a parada MayDay em 2009.


Em 2012, vamos novamente sair à rua porque não aceitamos que nos roubem o futuro!!


No dia 16 de abril, às 21h30, realiza-se a terceira assembleia preparatória do MayDay, no Café Aviz (Rua de Aviz, Porto).



VEM E TRAZ UM/A AMIGO/A TAMBÉM!


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/04/ii-assembleia-mayday.html

MAYDAY LISBOA: RAPTO DA TROIKA - 02Abr2012 09:54:00


No dia 1 de Abril, dia das mentiras, o MaydayLisboa esteve na rua para festejar o rapto de representantes da troika, que inadvertidamente passeavam calmamente pelo miradouro de São Pedro de Alcântara.


Em troca da sua libertação foi pedido um resgate bem diferente daquele que eles nos fizeram que só trouxe mais precariedade, desemprego, pobreza e destruição dos serviços públicos.


Junta-te ao Mayday Lisboa 2012! Precariado sem medo!


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/04/mayday-lisboa-rapto-da-troika.html



O Mayday Lisboa 2012 esteve hoje junto ao Congresso do PSD para expor a ausência de soluções do Governo PSD/CDS para responder aos mais de 2 milhões de precáriAS/os e 1,2 milhões de desempregadAS/os.

A única proposta que nos é feita é que emigremos para fora deste país, para que não nos tenham de ouvir a denunciar a degradação das relações de trabalho, dos serviços públicos, da nossa vida.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/03/iniciativa-mayday-lisboaprograma-piegas.html

I ASSEMBLEIA MAYDAY PORTO - 14Mar2012 23:11:00
O MayDay é uma parada que congrega trabalhadores/as precários/as, percorrendo um percurso autónomo após o qual integra a marcha do 1º de Maio da CGTP. Em Portugal, o MayDay realizou-se pela primeira vez, em 2007, em Lisboa. No Porto, iniciámos a parada MayDay em 2009.

Em 2012, vamos novamente sair à rua porque acreditamos num futuro digno para todas/os e não aceitamos que nos condenem à precariedade, ao desemprego e à emigração forçada!


No dia 26 de Março, às 21h30, realiza-se a primeira assembleia preparatória do MayDay, às 21h30, no Café Aviz (Rua de Aviz, Porto)

VEM E TRAZ UM/A AMIGO/A TAMBÉM!


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2012/03/i-assembleia-mayday-porto.html

Fotos Mayday 2011 - 03Mai2011 17:45:00


Uma vez mais, manifestamo-nos contra a precariedade, numa marcha com muita garra e boa disposição. Para o ano vemo-nos de novo, com mais força.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/05/fotos-mayday-2011.html

Por Daniel Oliveira, no Expresso.

O senhor Diogo Leite Campos quer acabar com os subsídios - subsídio de renda ou abono de família - sem saber onde realmente gastam os beneficiários o dinheiro. Não deixa de ser um raciocínio económico estranho, já que a despesa - os filhos ou a casa - estão lá. Para resolver o problema, quer fazer como se faz com os mendigos: dá-se-lhes uma sandes em vez do dinheiro. Através de um cartão de débito e recorrendo a instituições de caridade, como "albergues" ou a "sopa dos pobres". A leitura de Oliver Twist, de Charles Dickens, pode ajudar a perceber o modelo social de Leite Campo.

Num excelente almoço organizado pela Câmara do Comércio e Indústria Luso Francesa, onde perorou sobre a pobreza, Leite Campos explicou que "quem recebe os benefícios sociais são os mais espertos e os aldrabões e não quem mais precisa".

Seria impensável eu dizer que o senhor Leite Campos é um "aldrabão". Longe de mim pôr em causa a honorabilidade de tão distinta figura. Os insultos, já se sabe, são coisa que deixamos para os miseráveis. O direito ao bom nome vem com o cartão de crédito e quem não o traz na carteira só pode deixar de ser suspeito se lhe derem um cartão de débito. Os pobres são, até prova em contrário, mentirosos. Como não insulto o senhor, fica apenas este facto: estando ainda a trabalhar, já recebe uma reforma do Banco de Portugal. Quando se retirar da Universidade de Coimbra, juntará o que recebe já hoje ao que receberá dali. Acumulará duas reformas vindas do Estado.

Seria um argumento "ad hominem" atacar o professor Leite Campos, competente fiscalista, por causa das suas duas reformas. Dizer que ele é "esperto" e que gasta recursos do Estado que podiam ir "para quem mais precisa". Espertos são os pobres que ficam com os trocos. Quem consegue acumular reformas por pouco trabalho é inteligente. Os pobres enganam o Estado, os outros têm direitos. Os pobres roubam o contribuinte, os outros têm carreiras. Fico-me por isso pelos factos: a reforma que o senhor Leite Campos recebe do Banco de Portugal resulta de apenas seis anos de trabalho naquela instituição.

Cheira-me que se a generalidade dos portugueses recebesse reformas, estando ainda no ativo, por seis anos de trabalho e as pudesse acumular com outras dispensaria bem o abono de família e até o cartão de débito para ir à sopa dos pobres.

Aquilo que realmente está esgotar o crédito da minha paciência é ver tanto "esperto" que vive pendurado nas mordomias do Estado a dar lições de ética aos "aldrabões" que recebem subsídios miseráveis. É mais ou menos como dizia o outro. Já chega. Não gosto de tanto cinismo. É uma coisa que me chateia, pá.

Sobre os subsídios, Leite Campos disse: "O dinheiro não é do Estado, é nosso. Quem paga somos nós. Nós, contribuintes, temos direito a ter a certeza que o nosso dinheiro é bem entregue. Eu estou disposto a pagar 95 por cento do que ganho para subvencionar os outros, mas quero ter a certeza que é bem empregue, e que não vai parar ao bolso de aldrabões". Sobre as escandalosas reformas do Banco de Portugal, faço minhas as palavras do vice-presidente do PSD.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/claro-que-diogo-leite-campos-nao-e.html

O Mayday Lisboa anunciou à comunicação social que se iria reunir hoje com a Troika FMI-BCE-CE e a notícia foi transmitida em alguns jornais. Mas a notícia era apenas um engodo: na realidade não havia qualquer reunião e o Mayday pretendia apenas ilustrar como este grupo que pretende governar o país não se preocupa em ouvir as vozes de quem sofre as consequências das suas políticas.
Mais informação aqui.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/mayday-lisboa-troika-as-voltas-aos.html

V Assembleia Mayday - 19Abr2011 23:51:00
Assembleia de preparação da manifestação Mayday 2011, que decorrerá no 1º de Maio, às 13h, na Praça dos Poveiros.
Sexta, dia 22, às 21.30, no Café Aviz (R. de Aviz, Porto).
Evento no Facebook.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/v-assembleia-mayday.html

A ?Lei Contra a Precariedade? é uma iniciativa legislativa que será subscrita por mais de 35.000 cidadãos eleitores e votada na Assembleia da República. O objectivo é combater a precariedade em três das suas vertentes mais comuns e injustas: os falsos recibos verdes, a contratação a prazo e o trabalho temporário.

Para informações sobre como participar nesta campanha clica aqui.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/lancada-peticao-por-uma-lei-contra.html

PRECARIEDADE é não escolher ser precário/a. Precariedade é ter um contrato a prazo para uma função permanente. Precariedade é estar sistematicamente «à experiência», por mais experiente que se seja. Precariedade é ser obrigado/a a fazer descontos mesmo quando não se ganhou dinheiro. Precariedade é não ter direito ao subsídio de desemprego, mesmo quando se trabalhou e se descontou. Precariedade é trabalhar sem contrato e poder sempre ser despedido/a sem justa causa. Precariedade é fazer estágios não remunerados. Precariedade é não ser contabilizado/a nas já extensas listas dos desempregados.

NÃO ACEITAMOS que não haja alternativas. Não aceitamos continuar a apertar o cinto quando o de outros/as não aperta. Não aceitamos o extraordinário desperdício de competências que significa o desemprego. Não aceitamos adiar o presente nem hipotecar o futuro, o nosso e o das próximas gerações. Não aceitamos abdicar de usufruir de todos os direitos conquistados, porque para tal também contribuímos. Não aceitamos concorrer pelo salário mais baixo quando administradores/as de empresas públicas e privadas concorrem pelo vencimento mais alto. Não aceitamos viver com medo! Já não temos mais medo!

EXIGIMOS MUDANÇAS no valor de salários, bolsas e pensões, que sabemos ser possível qualquer que seja a conjuntura. Exigimos mudanças na estrutura das empresas e do Estado, em que democracia e direitos são valores que ficam à porta. Exigimos mudanças nas práticas coniventes entre patrões/oas e Estado, habituados a não cumprir o Código do Trabalho no que aos direitos de falsos/as trabalhadores/as independentes toca. Exigimos mudanças que libertem os/as trabalhadores/as da precariedade!

AQUI ESTAMOS trabalhadores/as contratados/as a prazo com despesas fixas cujos prazos de pagamento não perdoam. Aqui estamos trabalhadores/as com baixo salário, forçados/as a flexibilizar as despesas de cada mês. Aqui estamos falsos/as trabalhadores/as a recibos verdes enganados/as por empresas que não contratam e por um Estado que não reconhece o nosso direito à segurança. Aqui estamos bolseiros/as com bolsas cortadas pela ignorância de um Estado que não valoriza a investigação. Aqui estamos imigrantes duplamente explorados/as e discriminados/as. Aqui estamos discriminados/as pelo género ou pela orientação sexual, vítimas numa sociedade conservadora nos costumes e liberal na economia. Aqui estamos trabalhadores/as do sexo porque o nosso trabalho é trabalho e terá que sê-lo com direitos. Aqui estamos estagiários/as cujo trabalho não remunerado engorda o capital. Aqui estamos pessoas livres que não aceitam submeter-se!

E MANIFESTAMOS: A precariedade não Liberta! Manifestamos: No mundo ninguém é Estrangeiro/a! Manifestamos: Não há Liberdade enquanto houver Precariedade! Manifestamos: O País dos Precários/as saiu do Armário! Manifestamos: Recibos Verdes, Futuro Negro! Manifestamos: Se todos/as batermos o pé, o Mundo há-de tremer!

PRECÁRIOS/AS NOS QUEREM? REBELDES NOS TERÃO!
1º DE MAIO 2011


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/manifesto-mayday-porto-2011.html

Sexta-feira, dia 15, às 22h, no Breyner 85 (mapa).

O Mayday 2011 está à porta! No dia 1 de Maio vamos sair às ruas do porto para fazer ouvir a nossa voz: "precários nos querem, rebeldes nos terão". A precariedade e o desemprego não são uma fatalidade, vamos reinventar a luta e reivindicar a alegria das nossas vidas roubadas.

PROGRAMA DAS FESTAS:

22h00: Mesa-redonda com a participação de representantes dos movimentos de luta contra a precariedade.

Meia-Noite: Simão Praça Dj Set

Noite dentro com mais música, projecções e alegria.

APARECE E TRAZ UM AMIGO/A!!!



Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/debate-e-festa-precariedade-da-lhe-voz.html

Precariedade: Dá-lhe Música - 10Abr2011 20:02:00





Porque a luta também é alegria, aqui ficam algumas imagens da noite em que dêmos música à Precariedade.




Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/precariedade-da-lhe-musica.html

IV Assembleia Mayday - 10Abr2011 19:13:00
Assembleia de preparação da manifestação Mayday 2011, que decorrerá no 1º de Maio, às 13h, na Praça dos Poveiros.
Segunda, dia 11, às 21.30, no Café Aviz (R. de Aviz, Porto).
Evento no Facebook.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/iv-assembleia-mayday.html

Um país em forma de assim - 08Abr2011 15:40:00
De Manuel António Pina, no JN

Num país de trafulhas que, se apanhados com a boca na botija (e a mão na massa) ainda passam por vítimas, a minha simpatia vai para o administrador dos CTT Marcos Batista, que pediu a suspensão do cargo "por razões pessoais" mal o jornal "i" descobriu que não é licenciado como declarou no currículo publicado em "Diário da República" aquando da nomeação.
Por pouco era uma atitude decente. Só que Batista não se demitiu nem apresentou voluntariamente na esquadra mais próxima. Apenas suspendeu o mandato, explicando que "sempre [esteve] convencido" que era licenciado. À bolonhesa mas, para todos os efeitos, licenciado, coisa de que o seu ex-sócio, o secretário de Estado Paulo Campos, que o nomeou, certamente também "sempre [esteve] convencido".
No país "em forma de assim" de Alexandre O'Neill, em que "o engenheiro, afinal, não era engenheiro/ e a rapariga ficou com uma engenhoca nos braços", para pagar a um pobre o que baste para completar 189,52 euros por mês, o Estado exige-lhe que preencha os modelos RSI 1/2010. RSI 1/1, RSI 1/2 e RV 1013 e que apresente BI, NIF, declaração médica, comprovativos de rendimentos, de bens móveis e imóveis, cadernetas prediais e declaração de autorização de acesso à informação bancária.
Já em lugares de nomeação política em empresas públicas como o do ex-sócio do secretário de Estado, paga 257 000 euros por ano sem sequer exigir um certificado de habilitações.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/um-pais-em-forma-de-assim.html



Porque a luta também é alegria, convidamo-vos a estar presentes no dia 9 de Abril, Sábado, às 23h, no Maus Hábitos. Teremos DJs convidados e recital de poesia.
A entrada é de 3? e reverte para o Mayday.


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/04/festa-mayday-precariedade-da-lhe-musica.html

III Assembleia Mayday - 28Mar2011 01:40:00
Reunião de preparação da marcha Mayday, o protesto dos/as precários/as que terá lugar no dia 1 de Maio, às 13h, na Praça dos Poveiros. Aparece, participa!
Quinta-feira, dia 31/03, às 21.30, no Breiner 85 (Mapa).

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/03/iii-assembleia-mayday.html

II Assembleia Mayday - 15Mar2011 18:56:00
Quinta, às 21.30, vamos encontrar-nos de novo no Breyner 85, para preparar o Mayday 2011. Como sempre, a reunião é aberta a todos/as. Fica o link para o evento no Facebook e o mapa.

Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/03/ii-assembleia-mayday.html

Protesto da geração à rasca - 06Mar2011 23:45:00

Publicamos abaixo o manifesto deste protesto, que se irá realizar dia 12 de Março, às 15h, na Praça da Batalha e no qual naturalmente iremos participar. Mais informações no blogue e no facebook.

Nós, desempregados, ?quinhentoseuristas? e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.

Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.

Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza ? políticos, empregadores e nós mesmos ? actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.

Caso contrário:

a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.

b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.

c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.

Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.

Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.



Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/03/protesto-da-geracao-rasca.html

No dia 1 de Maio, Dia do/a Trabalhador/a, vamos novamente sair à rua, fazendo ouvir a força da nossa voz no MayDay.


O MayDay é uma parada que congrega trabalhadores/as precários/as, percorrendo um percurso autónomo após o qual integra a marcha do 1º de Maio da CGTP. Em Portugal, o MayDay realizou-se pela primeira vez, em 2007, em Lisboa. No Porto, iniciámos a parada MayDay em 2009.

Em 2011, vamos novamente sair à rua...

porque acreditamos em trabalho com direitos, para todos/as;
porque defendemos o trabalho digno;
porque não aceitamos que as nossas vidas se façam a prazo, a recibo verde ou em empresas de trabalho temporário (ETT's);
porque não aceitamos a indignidade do desemprego e da desprotecção social;
porque acreditamos que não há liberdade enquanto houver precariedade.


No dia 1 de Março, às 21h30, realiza-se a primeira assembleia preparatória do MayDay, às 21h30, no Breyner 85 (Rua do Breyner, 65. Porto).



CONTAMOS CONTIGO!
E TRAZ UM/A AMIGO/A TAMBÉM!


Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2011/02/i-assembleia-mayday-porto-1.html


Gostaria que tornassem pública a situação laboral que se vive no Centro Novas Oportunidades (CNO) da Marinha, parte integrante do Centro Naval de Ensino à Distância (CNED).

Não posso calar a situação de exploração em que se encontram os profissionais que trabalham naquele CNO, e que em grande parte resulta do facto de a relação laborar se basear em recibos verdes.

Falsos recibos, na verdade, pois ali trabalha-se a tempo inteiro, a flexibilidade de trabalho existe só teoricamente, havendo uma exigência de cumprimento de metas - por outras palavras: envio de um número obrigatório de candidatos, que querem obter o 12º ano, a um júri de certificação que se realiza todos os meses - que obriga na prática os formadores a fazerem jornadas de trabalho que podem ir até às 12 horas. Esta pressão, que raia a coacção psicológica, recai sobretudo nos Formadores, alguns não aguentando a pressão e vendo-se obrigados a sair. A agravar esta situação, não se procede depois à substituição dos que saem, desculpando-se a Coordenação e a Direcção que o número dos candidatos certificados não justifica o recrutamento de novos formadores.

Recentemente, ultrapassaram-se todos os limites, ao colocarem-se formadores de áreas tão díspares como a História a ministrarem formação em áreas relacionadas com a Biologia e a Química. Diariamente se assiste ao desespero de formadores a contactarem os formandos, implorando-lhes que lhes enviem mais algumas linhas de trabalho (este processo das Novas Oportunidades baseia-se na construção de uma narrativa autobiográfica por parte do formando, em que experiências de vida são trabalhadas, de acordo com um referencial de competências-chave, e em que um mínimo de 44 competências, num conjunto de três áreas, tem de ser atingido).

Para além, do envio pela Internet, o formando tem a possibilidade de frequentar sessões de apoio. Mas as tarefas dos formadores não se ficam por ler e fazer relatórios dos trabalhos enviados ou realizar aquelas sessões presenciais (o que, só por si, é já trabalho exigente e que implica tempo para ser feito com qualidade), havendo ainda que fazer sessões para se proceder a uma avaliação das competências demonstradas, sessões de Formação Complementar com aqueles que têm mais dificuldades, sessões de preparação de júri, sessões de entrega de relatórios, sessões iniciais de descodificação do referido referencial, revisão de toda a parte ortográfica da narrativa antes de esta seguir para júri, correcção da parte de língua estrangeira, na prática realizada pelo formador da área, e até trabalho burocrático, que os competentes serviços deviam assegurar, lhes está atribuído, desde a análise de certificados de formação profissional, à inserção de dados nos sistema informático de todas as sessões realizadas.

A única possibilidade, para se cumprirem as tais metas (obrigatoriedade de levar um mínimo de 30 formandos a júri por mês) é fechar os olhos ao trabalho realizado, certificando-se com o 12º ano pessoas sem competência para tal, ou marcar sessões individuais com a maior parte dos candidatos (são muito poucos aqueles que são autónomos para realizarem o trabalho sozinho), para quase lhes ditar o que tem que aparecer na narrativa autobiográfica.

É também obrigatório (embora se diga que não) que a data apresentada por um Formando para terminar o 12º ano seja cumprida pelo Formador, facto que aumenta sobremaneira a pressão em que este último se encontra.

O mais lastimável é que seja uma instituição estatal - a Marinha Portuguesa - a agir desta forma inqualificável, desrespeitando os profissionais que para si trabalham, mantendo-os durante anos numa situação de grande precariedade laboral (há profissionais há 9 anos a recibos verdes), obrigando-os a trabalhar desta forma desumana, em nome de estatísticas. E, mais grave, está a perverter-se uma matéria, como é a da qualificação dos portugueses, que é de suma importância para o futuro do país.



Fonte: http://maydayporto.blogspot.com/2010/04/testemunho-recibos-verdes-na-marinha.html